Não consigo ser paciente nem a pau, qdo se trata de vc.
Minha garganta arranha mesmo... meu humor some, fico num
estado, uma dor no abdómem... bem, vc sabe, não é?
O que fazer? Ou te esqueço, ou me esqueço desse ímpeto
que me assalta vez em vez...
Que insensatez, que coisa + complicada.
E no fundo é tão simples. Eu é que não vejo e não dou
vazão e nem razão ao tempo. Tempo ao tempo.
É essa insustentável leveza do ser que me é difícil ser
e sentir. Que peso desmedido dou pra coisas que deveriam
flutuar, planar num mar gostoso e tranqüilo. E vc me
pergunta por que aquilo deu nisso? E o que é que EU
tenho com isso?
Acho que não estou sendo clara, mas clara é vc, não sou
eu. Eu vagueio, vou e venho, num jogo de empurra e leixa-
prem.
Sei lá... Isso mais parece coisa mágica, de duende (não
de doente!), mais de Leprechaum. (é assim que se
escreve???)
Mas... chega de nhé nhé. Não vejo a hora de estar
pertinho de ti. Poder de novo olhar e olhar e olhar... e
enfim fazer o que tanto quero de olhos fechados.
Será que terei paciência? Será que vou entender o
verdadeiro significado dos seus dizeres? Ou
será mais um que lerei às pressas tentando achar aquela
coisa pessoal, aquele seu toque único nas palavras???
Nem...
Beijos mais saudosos ainda
domingo, 25 de outubro de 2009
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